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sábado, 29 de outubro de 2016

[Tag] Crushes fictícios: #1 Batman

Eu sou daquelas que se apaixona por personagens. E não sou a única, pode ter certeza. Eu costumo dizer que uma obra só é capaz de me fisgar se algum de seus personagens despertar a minha paixão. Do contrário, não consigo me envolver. Seja um livro, filme, série... Eu tenho que ter apreço, afeição por algum personagem. E nem precisa ser o protagonista. Geralmente são os coadjuvantes. Na maior parte das vezes aqueles que sofrem bullying por parte dos próprios roteiristas (os que mais sofrem, mais subestimados, mais deixados de lado, mais coadjuvantes por excelência).

A ideia da tag era apresentar os meus cinco crushes da ficção - os personagens por quem desenvolvi paixões platônicas. Porém, a lista é enorme. E como nutro extremo carinho e admiração por cada um dos meus amores fictícios, achei justo dedicar um post inteiro para cada um deles. E para dar início a essa série de posts, vou começar com o primeiro de todos. Aquele que despertou em mim um amor platônico antes mesmo de eu saber que essa palavra existia. 

E, por incrível que pareça, um protagonista.


domingo, 9 de outubro de 2016

[A vida, o universo e tudo mais] Dias de vergonha.


Há dias em que um pouco de vergonha nos faz bem. Seja um constrangimento bobo ou um vexame de proporções épicas. Escorregar e levar um tombo no meio da rua ou se dar conta de que esqueceu o a carteira com o dinheiro em casa, bem quando você está no caixa prestes a pagar pelo produto que pegou na prateleira. Falar mal de alguém e a pessoa surgir na mesma hora, como se houvesse se teleportado ou se materializado na sua frente. Ou chamar acidentalmente um amigo pelo nome de um de seus desafetos declarados.