Eu juro que tentei pensar em um título menor, mas não consegui. Vai ficar assim mesmo. Enfim, ainda na vibe
nostalgia anos 90, como vocês puderam perceber pelo
artigo que escrevi há algumas semanas, decidi resgatar alguns dos temas musicais mais bizarros de desenhos animados e seriados nipônicos (ou que queriam ser nipônicos) da gloriosa década de 1990.
Os anos 90 eram engraçados. Além de ser permitido e livre para todos os públicos a banheira do Gugu em pleno domingo à tarde, mulheres seminuas e molhadas dançando no Sabadão, operadores de câmera se jogarem no chão a fim de filmarem embaixo das saias das meninas do Banana Split e crianças fazendo coreografias pornográficas para músicas indecentes, bastava algum desenho fazer um imenso sucesso para ganhar um tema musical interpretado por Sandy & Júnior, genéricos de Sandy & Junior, ou apresentadoras infantis (com shorts apertados e botas de cano alto) como forma de engrossar o marketing. Geralmente as letras eram pavorosas e as melodias, grudentas. Em suma, as músicas eram simplesmente infelizes.
E como eu não tenho nada de mais interessante para fazer, aí vai um top 5 contendo essas preciosidades.
Quem diria que o post sobre o
estilo da personagem Jemma Simmons de Agents of SHIELD se tornaria um dos mais lidos deste blog? E é por essas e outras que eu decidi falar do vestuário de outras personagens das séries da
Marvel. A segunda heroína do estúdio a estrelar a seção
fashionismo nerd é Peggy Carter.
A primeira aparição da personagem ocorreu na telona, em Capitão América: O Primeiro Vingador, début da nova versão do herói nos cinemas. E ali ela já mostrava ser uma personagem forte, determinada e cheia de personalidade, muito mais do que apenas o interesse romântico do herói. De lá pra cá, Peggy fez uma ponta na série Agents of SHIELD (em um flashback), apareceu já mais velha na sequência Capitão América 2: Soldado Invernal, no longa do Homem-Formiga e, claro, passou a protagonizar seu próprio show na emissora norte-americana ABC: Agent Carter, tido primeiramente como um spin-off de SHIELD, a série se concentra nas perigosas missões ultra-secretas que a destemida agente encara em plena década de 1940, contando com coadjuvantes de peso como Howard Stark (o pai de Tony Stark, o Homem de Ferro) e seu mordomo Jarvis (um excelente alívio cômico), dentre outros. Ela transmite ótimas mensagens feministas sem soar politicamente correta demais (ou seja, chata demais) e, não à toa, se tornou a heroína mais rentável da Casa das Ideias. Merecidamente.

Que década maravilhosa, não é? Época em que Pulp Fiction ganhava de Melhor Filme na premiação de cinema da MTV. E os outros indicados também eram maravilhosos.
E que o Alexandre comprou uma bombinha pra se defender.
Que o cameraman dos programas do
Gugu se jogava no chão para conseguir filmar embaixo das saias das meninas do
Banana Split e quase levava um chute delas por causa disso.
Atrevido!
Para quem me conhece, sabe que sou aficionada por séries. Não assisti todas que gostaria em 2015, mas selecionei os melhores momentos daquelas que pude conferir para fechar a febre das listas. Assim, desapego do ano passado, dou início aos posts que olham para o futuro e o Sonhos adentra definitivamente 2016. Contemplem as cenas dos seriados que me marcaram no ano que se foi logo mais abaixo (em algumas, é possível clicar para conferir as cenas no youtube)
*Atenção: esse post pode conter spoilers. Portanto, parafraseando Marcelo Adnet: Se não gosta de spoiler, é melhor sair daqui, porque lá vem mais um...
Eis minha relação de melhores e piores de 2015. Lembrando que a lista compreende os filmes que estrearam em circuito nacional no ano passado, portanto, não estranhem se virem títulos de 2014 abaixo. Lembrando também que listas são subjetivas em essência e por excelência. Discordâncias irão sempre existir ;)
Aí está um apanhado das minhas leituras de 2015:
E foi dada a largada
Não poderia ter começado 2015 melhor. Um dos livros mais instigantes e criativos que li no ano passado.
Olá :)
Este é o primeiro post de 2016 e o título nada mais é do que uma brincadeira, aludindo à
clássica balada oitentista de Kiko Zambianchi (posteriormente gravada pelo
Capital Inicial e até pela
Simony!), pois, a verdade é que, nesses primeiros dez dias do ano, cometi mais acertos do que erros, felizmente. Muita coisa boa aconteceu nesse início de 2016 e não estamos nem na segunda semana de janeiro...
Por isso mesmo, por ser tão cedo, é que não posso me dar ao luxo de começar a celebrar. Muitas águas ainda vão rolar, mas, por hora, posso dizer que estou bem e contente. Bem diferente do final do ano passado, como os três leitores deste obscuro blog devem se lembrar...
Mas vamos dar início à febre das listas, com esse post no qual elenquei os meus primeiros passos em 2016: a primeira música, o primeiro filme, o primeiro disco, e por aí vai...