Mãe é mãe. É incrível como todas elas tem algo em comum. Mas falo das mães de verdade, aquelas que criam seus filhos, que se importam com a educação, bem-estar e sucesso dos mesmos. Elas podem ser do tipo tradicionais ou modernas, rigorosas ou mais liberais. Podem ser do tipo que iam pra rua antes de ser modinha, em plena década de 1980, um ano após a reabertura democrática, protestar grávidas como a minha. Pois é. Que orgulho, não? Mas não importa, elas sempre vão carregar suas similaridades. Frases de mãe. Quem nunca escutou? Se não da mãe biológica, pelo menos daquela que representou o papel de mãe em sua vida.
Aí está a caneca que dei de presente de Dia das Mães para a minha mãe no ano passado [Este ano, eu dei o último filme do James Bond, uma vez que ela é fã confessa e este era o único que faltava em sua coleção]. Enfim, foi um presente bem apropriado. Repleto de frases que cansei de ouvir da minha mãe ao longo de 27 anos de vida.

Na verdade, o título deste post já tem algo de sofista. Escrever um bom texto independe de regras. Você pode ser o mestre da gramática, dominar a língua portuguesa como ninguém, e ainda assim escrever um texto desinteressante. Por outro lado, já vi textos muito bons em blogs por aí afora que só necessitavam de revisão. Eram textos deliciosos no tom, na abordagem, no desenvolvimento, mas com alguns erros estruturais e de tipografia que incomodavam um pouco. Um texto irá depender de inúmeros fatores para ser considerado bom pelo leitor. Primeiro: ele é o público-alvo desse texto? Para quem ele é direcionado? Há uma diversidade de assuntos que podem lhe interessar, bem como uma imensa quantidade de tópicos aos quais você pode ser indiferente. Um texto ser considerado bom ou não dependerá do repertório não apenas do autor, como do leitor. É bastante subjetivo.
Dito isso, trabalhando esporadicamente como revisora freelancer – seja de apostilas de conteúdo e-learning, livros didáticos e postagens em sites – achei interessante fazer este post com o objetivo de dar algumas dicas gerais de como se escrever um texto legal, independente de para quem ele é direcionado.
Se você é um tanto hiperativo e multifuncional como eu, acostumado a fazer milhares de coisas, tudo ao mesmo tempo agora (ver um filme, um episódio de série, ler um livro, uma HQ, arrumar o guarda-roupa, chupar cana e assobiar ao mesmo tempo), com certeza acaba meio confuso e perdido no excesso de coisas que inventa de fazer de uma só vez.
A solução para a minha vida são os media trackers. Sites para marcar coisas, basicamente. Explico melhor: existe uma variedade enorme de redes sociais com funções bem específicas, nas quais você pode marcar os filmes que vê, episódios de séries que assiste e os livros que lê, de forma a organizar melhor sua vida. Assim você consegue ter um controle melhor do que consome em termos de cinema, televisão e literatura. Abaixo indico alguns dos principais media trackers: