Hoje eu completo 29 anos. Os trinta já batem à porta e parece que foi na semana passada que meu melhor amigo estava me mandando um e-mail me parabenizando pelos vinte anos recém-completados. Sim, e-mail. Afinal, ele estava sem créditos para me mandar uma mensagem sms pelo seu celular Nokia. Aquele que tinha o jogo da cobrinha... Eu não havia me rendido aos encantos do Orkut; o Facebook ainda engatinhava e era utilizado apenas por um grupo seleto que, provavelmente, pensava que Brasil era uma selva; a breve vida do MySpace estava só começando; e Twitter, WhatsApp, bem como smartphones e seus aplicativos, ainda soavam como delírios de roteiristas dos Jetsons.
As pessoas ainda sabiam o que era Jetsons naquela época.
Eu ando tão desapegada de redes sociais que acabei deixando esse fato passar.
Se, assim como eu, você anda meio alienado e quer compreender melhor a história, basta clicar aqui.
A história viralizou e embora eu possa atestar que a maioria das pessoas que se manifestaram sobre o assunto tenha ficado do lado da nerd colecionadora fã do Gavião Arqueiro, especialmente em comentários no facebook e twitter, também vi redatores de sites afamados dizendo que a garota foi tão ou mais imatura que a mãe do garotinho e, pior, que ela é arrogante e egoísta, tal qual a mãe vacilona apontou.
Twin Peaks é um fenômeno da década de 1990 que está de volta à telinha (que há muito deixou de ser telinha, convenhamos... Provavelmente, você deve ter uma de 75 polegadas na sua casa). A série criada por
David Lynch e
Mark Frost, lançando o mistério do assassinato de Laura Palmer, redefinindo os conceitos da teledramaturgia americana e inspirando diversas produções posteriores (de
Arquivo X a
Stranger Things, passando por
True Detective), estreou em 8 de abril de 1990 na
ABC, contando com duas temporadas. Nela, o agente especial do FBI, Dale Cooper, e o xerife local, Harry Truman, se aventuravam nas mais inacreditáveis situações a fim de solucionar o mistério do assassinato da rainha do baile. Isso dentre cafés e
donuts, tendo como cenário a fictícia cidade de Twin Peaks, localizada em Washington. Uma mistura inusitada de terror, drama, suspense e comédia que fez a alegria dos telemaníacos do início dos anos 90.
E, como em toda produção que carrega o selo David Lynch, o figurino também é muito importante. Especialmente no que diz respeito à grade de cores.
É, na maioria das vezes, injustificável. Não existe razão para se tratar alguém mal. A sua revolta e insatisfação é com a situação em si, não com as pessoas.
Sei que, às vezes, os outros tem a infelicidade de te pegar em um dia ruim. E controlar o emocional é uma tarefa árdua. É fácil dizer: esqueça seus problemas em casa quando está na rua, mas será mesmo que os que dizem isso, procuram demonstrar sabedoria e maturidade o tempo todo? Costumam mesmo praticar o que pregam em seu cotidiano?
Mas não importa. Por mais que seja compreensível que seu estado de espírito não esteja lá colaborando muito, é errado descarregar sua ira e frustração no alvo mais fácil, naquele que está mais próximo, no primeiro que aparece na sua frente.
O Sonhos Empoeirados está de volta *\o/*
Na verdade, já tem uns dias que ele está no ar em sua versão repaginada, com novo layout e tudo mais. Mas fiquei com preguiça de me pronunciar. Até mesmo porque esse blog só é lido pelas minhas irmãs e dois ou três amigos. Seria lido, com certeza, pela minha mãe e pelo meu cachorro, se a primeira tivesse interesse em acessar a internet e se eu tivesse um cachorro de estimação, mas não tenho...
Enfim, chega de bobagens. Optei por um visual mais clean e ainda estou ajustando algumas coisas por aqui, é verdade. Mas é bom vê-lo no ar novamente =)
Todavia, engana-se quem pensa que voltei com força total. Não. Não mesmo!