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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

O que foi esquecido nas gavetas da cômoda e nas prateleiras da estante...

Eu venho registrando momentos da minha vida em linhas de cadernos desde que eu aprendi a escrever. Nunca mantive um diário, por mais que eu tenha tentando inúmeras vezes - sem sucesso. Nunca se tratou de expor meus sentimentos e relatar meus dias em agendas e cadernos. Sempre escrevi como se fossem letras de música, poesias com ou sem rimas, por meio de metáforas. Nunca fui fã de desabafar em cadernos. Hoje leio coisas que escrevi aos 15 anos e, por mais floreados e repletos de frases de efeito e figuras de linguagem que fossem meus textos, eu consigo me recordar exatamente como eu estava me sentindo no dia para ter escrito o que escrevi. Isso prova que me conheço melhor do que imagino. E que estabeleço um bom diálogo comigo mesma. Mesmo tendo acesso em tempo integral ao computador, não me privo de ter alguns cadernos para fazer anotações e rascunhos de projetos e histórias. Tudo o que eu sempre precisei foram de algumas folhas em branco. Elas sempre me incitaram e me ajudaram a clarear minha mente.

Também não sou uma grande fã de tirar fotos. Na verdade, não sou fã de muitas coisas. Não vejo sentido em instagram. Mas pelo bem do blog, vou tentar exercitar meu lado fotógrafa e postar algumas imagens de minha autoria nesse espaço.

Abaixo a foto de alguns dos diversos cadernos que já passaram pela minha vida. O mais correto, no entanto, é dizer que minha vida é que passou por eles.

Entre agendas da Capricho (!), cadernos de super-heróis e Ursinho Pooh e até customizados com fotos e recortes de revistas dos Smashing Pumpkins