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domingo, 29 de janeiro de 2017

[Febre das listas] Primeiro erros (e acertos) de 2017

Ao contrário do ano passado, este post encerra a série Febre das Listas. Mas, assim como em 2016, creio que cometi mais acertos do que erros. Vamos a eles:

Primeiras músicas:
"Tempos Modernos" - Lulu Santos
"Like a Prayer" - Madonna
"The Animal Song" - Savage Garden (!!)
"Try" - Pink
"Saturn" - Sleeping at Last (novamente)


Eu não vejo melhor forma de começar um ano do que ouvindo Tempos Modernos. Enquanto existe esperanças, existe motivos para levantar da cama todos os dias e seguir em frente. Like a Prayer da Madonna continua poderosa mesmo quase trinta anos após seu lançamento. Por incrível que pareça a música do Savage Garden traz alguma perspectiva e uma sensação de leveza e liberdade. Pink diz sabiamente que temos de levantar e continuar tentando. E, pelo visto, já se tornou tradição inaugurar o ano com a música mais linda da face da Terra, Saturn.

domingo, 22 de janeiro de 2017

[Febre das Listas] Cinema: Os melhores, os piores, os mais ou menos de 2016

E, finalmente, a minha lista contendo os melhores e os piores filmes de 2016. Lembrando que a relação compreende os títulos que entraram em circuito nacional no ano passado, isto é, que estrearam nos cinemas de todo o país. Infelizmente, não vi tantos filmes quanto gostaria. Dediquei meu tempo mais a quadrinhos e seriados, então muita coisa ficou de fora. Vou tentar corrigir isso este ano. Mais uma vez, destaco que listas são subjetivas em essência, portanto, concordem, discordem, ignorem, mas respeitem ;)

domingo, 15 de janeiro de 2017

[Febre das listas] 5 melhores momentos em séries de 2016

No segundo post da série Febre das Listas, eu destaco as minhas cenas favoritas das séries em 2016 em um tradicional top 5. Lembrando que, para quem não assistiu, a relação abaixo pode conter spoilers. Clicando nas descrições embaixo das fotos, é possível conferir as respectivas cenas no youtube.

Vamos a ela:

sábado, 7 de janeiro de 2017

[Febre das listas] Retrospectiva Literária 2016

Abaixo, elenquei as minhas leituras de 2016. Adianto que li muito mais histórias em quadrinhos e graphic novels do que livros propriamente ditos. 

Primeira leitura do ano:


Primeiro volume da consagrada série literária As Crônicas Saxônicas, escrita por Bernard Cornwell, que retrata a Grã-Bretanha durante o período que compreende os séculos IX e X e o nascimento da Inglaterra como nação. Se eu pretendo ler os outros volumes da série? Definitivamente!

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

[Meus Escritos] A Noite dos Zumbis: Introdução

Oba! Bora começar o ano por aqui :) 
Logo dou início à série Febre das Listas com uma retrospectiva cultural de 2016. Porém, para inaugurar os posts de 2017 aqui no Sonhos, optei pela introdução de algo que fica entre um longo conto e um pequeno romance... Ainda não me decidi. Aí está a primeira parte de A Noite dos Zumbis.

Obs.: O protagonista e narrador trata-se de um personagem masculino com uma visão um tanto limitada e, às vezes, meio ignorante das coisas...


O mundo estava cheio de gente idiota.

E a internet foi dando cada vez mais voz para gente idiota se expressar livremente. Extrapolando os limites do aceitável, desrespeitando e invadindo o espaço do outro.

Não sei se a culpa é da internet. Acho que gente idiota sempre existiu. Só não tinham onde se manifestar antes da inclusão digital.

Cada vez que eu lia uma notícia ou via um post estúpido no facebook, eu tinha o desejo enorme de que o mundo fosse resetado.

Era necessário resetar.

Então, um dia aconteceu. 

O mundo foi infestado por uma legião de zumbis que a cada dia faziam uma centena de vítimas.

Eu passava o dia todo tentando escapar deles. Ou lutando com eles, matando-os... até finalmente aprender a lidar com os zumbis. Eram os únicos amigos que me restaram. 

Foi quando finalmente parei para pensar: será que o apocalipse zumbi foi, assim, uma coisa tão ruim?

E será que eu estava sendo cruel ao apoiar a extinção de gente idiota?

Bem, era um mundo onde não fazia mais sentido possuir alguma ideologia. Você parava para tentar formulá-la e, no meio do processo, tinha o cérebro devorado por uma daquelas criaturas que não conheciam leis, limites ou sentimentos.

A vida se tornou cada vez mais escassa e preciosa para ser desperdiçada com idealizações.

Por fim, agir era a melhor coisa que se podia fazer. Mesmo que nem eu e nem qualquer outro sobrevivente tivesse a menor ideia do que se deveria fazer e de como se deveria agir.

(continua...)